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O Poder das Egregoras –Parte 4

O Poder das Egregoras na Magia
As egrégoras podem ser c lassificadas em dois tipos básicos, a intencional e a casual.
A egrégora intencional surge como resultado da interação de diferentes pessoas envolvidas num
propósito “específico”. E nesse caso, a egrégora funciona como um animal adestrado que servirá ao
propósito de quem a criou, sempre muito obediente, protetora e pró-ativa. Mas sempre constituída
propositalmente.
Já a egrégora casual é formada sempre que as pessoas se reúnem para fazer algo e a menos que
algo seja feito para mantê-la, ela se dissipará tão rapidamente quanto o grupo se desfaça. No
entanto, caso desejem que sejam mantidas, será é necessário conhecer certas técnicas de como o
fazer, a egrégora continuará crescendo em força e podem durar durante séculos.
As egrégoras intencionais estão relacionadas às atividades espirituais ou esotéricas coletivas, sendo
que as características básicas e essenciais de tais grupos são:
1. que possuem um propósito claro e bem definido;
2. que congregam pessoas em torno desse propósito;
3. que elegem uma liderança ao grupo;
4. que escolhem um símbolo para caracterizar esse propósito;
5. que consagram esse símbolo por “cerimônia” e na presença do grupo e seu líder.
6. que mantém reuniões regulares para tratar do propósito;
7. que revezam seus cargos e/ou postos regularmente.
Como disse, todos esses elementos são essenciais para a constituição de uma egrégora. Mas note
que os itens 3, 6 e 7 são os de maior importância na Manutenção de uma egrégora como mostrarei
mais adiante.
A vantagem de se ter uma egrégora está nela ter uma ação mais constante que a soma de seus
membros individualmente, isto é, ela age pelo propósito original 24 horas sem qualquer interrupção.
Isso sem mencionar que por estar numa dimensão sutil, é capaz de antecipar alguns eventos que
poderiam desferir algo contra um dos seus.
Ela interage continuamente com seus membros, influenciando-os e sendo influenciada por eles.
Geralmente essa interação costuma ser de forma positiva estimulando e ajudando seus membros,
basicamente por intuição, sonhos e por outras faculdades que o membro venha a possuir, desde que
estes ajam conforme o propósito original. Sua ação estimulará todas as faculdades do grupo que
permitirão a realização dos objetivos, individual e coletivamente, de seu programa original.
Se esse processo for continuado por muito tempo a egrégora toma vida por si própria, e pode ficar
tão forte que até mesmo se todos seus membros morressem, ainda continuaria existindo por algum
tempo, podendo ser reavivada posteriormente.
Sendo que o reavivamento de uma egrégora depende da capacidade de se viver como os fundadores
originais, particularmente se estão dispostos a fazer a “contribuição inicial” de energia para fazê-la
começar novamente.
De qualquer maneira, o reavivamento de uma egrégora é um ato consciente e intencional, cujo
preparo passa pelo processo descrito anteriormente.

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