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O Poder das Egregoras –Parte 7
Possíveis Perigos
Como disse antes, uma vez que algo ganha vida, este algo lutará para continuar vivendo. E uma
egrégora (assim como a larva astral) não é diferente. Portanto, uma vez iniciados, os rituais devem
ser executados com certa regularidade.
É muito comum, nos tempos atuais, ver grupos surgindo a esmo na mesma velocidade que encerram
suas atividades. No entanto, encerram suas atividades por dispersão dos membros, não encontrando
tempo de encerrar devidamente seus trabalhos.
Nesses casos, a egrégora continua ativa mesmo tempos depois. A egrégora começará a “pedir”
alimento, como um “cão sem dono”, aos mais próximos. Isto é, às cabeças do grupo e se não tiver
sucesso, aos demais membros.
A egrégora agirá exatamente como um obsessor ou cascão astral, sendo que mais fraca, pois sua
natureza é diferente. Tentará influenciar o retorno das atividades do grupo a partir de um membro.
1. Geralmente não conhecemos o processo de sua criação, as egrégoras vão sendo criadas a esmo e
os seus criadores logo se tornam seus servos já que são induzidos a pensar e agir sempre na
direção dos elementos que caracterizaram sua criação. Serão tão escravos quanto menos
conscientes forem do processo. Se conhecerem sua existência e as leis naturais que as regem,
podemos nos tornar senhores dessas forças.

2. O “efeito vampiro” já foi comentado, é como um obsessor ou cascão astral e caso ocorra, deve ser
banido como tal.
3. Apesar de agirem de forma parecida, não confundam egrégora com um obsessores. Os obsessores
se “alimentam” de sentimentos de revolta e ódio, exige mais revolta, ódio e sentimentos afins,
enquanto que a Egrégora se sustenta pela congregação de seus membros e só atuará como
obsessor se for por sobrevivência.
4. Não entrem em ordens para pertencer a uma egrégora. Pessoas frequentemente querem
“pertencer a uma egrégora”, porque se não houver sintonia interna para com o propósito do
grupo, nenhuma conexão será feita.
5. Uma última, repetindo o que já fora dito. Como todo ser vivo, uma egrégora não quer morrer e
cobrará sua subsistência aos seus genitores, induzindo-os a produzir, repetidamente, as mesmas
emoções. Caso tentem eliminar uma, façam sem hesitar. Pois do contrário, a egrégora achará um
ponto fraco para se manter.

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