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13.4 – A PROJEÇÃO E AS FORMAS-PENSAMENTO:

Relato:
por Victor Rabelo
Há alguns anos atrás passei por algumas dificuldades, tanto ná área financeira quanto no campo afetivo. Foi uma fase muito difícil da minha vida, porém, analisando a fundo tudo o que estava passando e buscando despertar minha consciência, soube canalizar forças e superar minhas dificuldades

Para isso, contei com a ajuda de irmãos espirituais que estiveram ao meu lado, não como “babás espirituais”, mas como amigos dispostos a me orientar e amparar, sem a intenção paternalista de percorrer o caminho que só cabe a mim percorrer. Entre estes espíritos amigos, está um que se apresentou como sendo o exu Sr. Tranca-Ruas.
Certa noite, já de madrugada, despertei projetado fora do corpo físico, no corredor da minha casa, que liga a sala com a cozinha. Antes que pudesse pensar em fazer qualquer coisa, algo me chamou a atenção no fundo do corredor. Era uma forma monstruosa, parecida com aquele fantasma verde do filme Ghostbusters – Os caça-fantasmas!
Ela veio voando na minha direção e me atravessou. Olhei para trás e vi outro monstro, parecido com o primeiro, que também voou na minha direção, me atravessando.
Pensei, então: – Meu Deus, são espíritos obsessores! Estou sendo assediado.

Imediatamente, comecei a rezar o Pai- Nosso, mas não consegui terminar. Aqueles monstros não paravam de voar, atravessando meu perispírito, fazendo caretas e me provocando no intuito de me assustar. E estavam conseguindo! Recomecei a orar, e nada de conseguir terminar a prece. Então, não tem jeito! – pensei. Preciso pedir auxílio a algum guardião!
Iniciei, mentalmente, uma das preces cantadas do exu Sr. Tranca-Ruas. Assim que comecei a entoar seu ponto de evocação, um espírito de estatura mediana, vestindo uma camisa preta, lenço vermelho na cabeça e segurando uma espécie de cajado em uma das mãos, atravessou a porta que sai do terraço para a sala de estar.
Entrou e, antes que me dissesse qualquer coisa, fui logo pedindo socorro. Disse que estava sendo assediado por espíritos obsessores monstruosos. Ele, então, com muita serenidade e confiança me respondeu:
– Não são espíritos obsessores. São formas-pensamento. São criações emanadas da sua mente. Todos os seus medos e insegurança estão gerando essas formas que estão te assustando.
– E o que posso fazer para acabar com elas? – perguntei ansiosamente.
– Autoconfiança! Se você confiar mais em si mesmo, em seus potenciais, bastará dizer “sumam!” e elas desaparecerão para sempre. Quer ver?
Neste momento, ele ergueu seu cajado e bateu com força, mas sem violência, no chão, e imediatamente aquelas formas-pensamento desapareceram.
Senti uma força me puxar de volta ao corpo físico e acordei (na verdade já estava acordado, só que fora do corpo), voltando a manifestar minha consciência no plano físico denso.

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Levantei-me da cama e fui beber um copo d’água, refletindo nos ensinamentos que aquele espírito amigo havia me passado. Realmente, quantos de nós somos responsáveis pelas dificuldades por que passamos! Quantas vezes, devido a nossa imprudência, atraímos situações que nos causam sofrimento que poderíamos evitar se vivêssemos com maior lucidez espiritual. Quantas vezes geramos pensamentos de medo, acreditando que somos incapazes de superar determinada situação, nos sentindo cada vez mais fracos. E o que é pior, passamos a usar drogas ou medicamentos na ânsia de acabar com nossa angústia. Isso quando não acreditamos que alguém fez magia negra contra nós ou que estamos sendo obsediados. Na maioria das vezes, nós mesmos é que somos os culpados. Podemos chamar isso de auto-obsessão. E quando determinada idéia é constante em nossa mente (monoideísmo) acabamos gerando as formas-pensamento. As formas-pensamento irão permanecer em torno do nosso campo mental, “gravitando” ao nosso redor, pois nós as alimentamos com nossa energia. Elas parecem ter vida própria, mas na verdade obedecem automaticamente a determinados padrões de manifestação, alguns, inclusive, que fazem parte do inconsciente coletivo. Muito médiuns clarividentes as confundem com espíritos, mas não são.

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No meu caso, bastou que eu tomasse consciência de determinados pensamentos negativos que eram comuns, a ponto de serem gerados inconscientemente, para iniciar o processos de desintegração daquelas formas-pensamento.
O processo de autoconhecimento é eterno. Trabalhemos sempre nele para que possamos nos libertar da cadeia de sofrimento em que vivemos, o sansara, como diz a sabedoria oriental.
Conheça-te a ti mesmo!

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13.5 – TULPAS:
Tulpa é um ser ou objeto que, segundo o budismo tibetano, pode ser criado unicamente pela força de vontade, envolvendo meditação, concentração e visualização intensas. Em outras palavras, a tulpa seria um pensamento tornado tão real pelo praticante que chegaria a assumir uma forma física, material.
O nome Tulpa vem das crenças tibetanas. É uma criatura materializada pelo pensamento humano que deve servir ao seu criador.

Imagine que você tenha um poder de concentração e meditação tão forte que seus pensamentos tomem forma física. Comigo não funcionou… Tentei fazer um sanduíche de presunto e fiquei só na vontade.

Claro. Se as coisas fossem tão fáceis o mundo estaria cheio de Tulpas. Segundo os monges tibetanos existe certa fórmula para isso. Em 1960 uma pesquisadora teve acesso a essas fórmulas. Seu nome é Alexandra David-Neel e ela descreveu sua experiência em seu livro “Magic and Mystery in Tibet”.
Ela explica que existem conseqüências na criação de um Tulpa.
É um processo, além de complexo, leva no mínimo 6 meses de trabalho longo e árduo, com muita meditação e aplicação da vontade.

Um Tulpa depois de criado (que pode ter o formato que você desejou) não está totalmente preso a sua vontade. Assim como uma criança obedece a seus pais na infância e depois passa a ter vida própria ao se desenvolver, o Tulpa em pouco tempo passa a demonstrar certos traços de rebeldia. Como lhes faltam conceitos básicos de humanidade, podem se tornar agressivos machucando ou até matando seus criadores.

Nessa fase o Tulpa pode até ser enviado numa missão e não retornar, seguindo “vida própria”.

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Na maioria dos casos o Tulpa desaparece frente a morte de seu criador, porém existem relatos de criaturas cujo poder de criação foi tão forte que sobreviveram a isso.

A existência dos Tulpas poderia explicar diversos Casos Sobrenaturais.
Fonte: http://casossobrenaturais.blogspot.com/2008_09_01_archive.html

13.6 – EGRÉGORA:
E SEU “MODUS OPERANDIS”

CONTEÚDO:
1. Definição
2. Na história
3. Na Magia
4. Manutenção
5. Efeitos Colaterais
6. Possíveis Perigos
7. Observações e Devaneios
8. Notas do Autor
13.6.1. DEFINIÇÃO:
Egrégora pode ser usado tanto feminino por terminar com a letra “a” ou no masculino por se referir à palavra “grupo”. O termo tem sido amplamente usado para apresentar tantas coisas diferentes que, quando paramos para pensar no que realmente é uma egrégora, não chegamos a uma conclusão clara.

Será possível encontrar sua origem na palavra em Latim “aggregare” que significa reunir, “congregar” e também do Latim “egregor” que significa “observador” .

Sendo esse último usado no livro de Enoch e na Bíblia (como anjo) em diversas passagens de Daniel e também é o mesmo sentido usado por Levi.
Apesar disso é mais comum ver a aplicação do termo nas seguintes caracterizações:

  1. Uma forma pensamento de um grupo (qualquer agremiação formal ou informal);
  2. Um ente formado pela ação comum de membros de um grupo;
  3. Um grupo de espíritos protetores (dirigentes) de uma atividade espírita.

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Portanto, de forma geral, pode-se concluir que Egrégora refere-se ao fenômeno produzido pela interação de pessoas envolvidas num objetivo comum, isto é, a produção de uma “forma grupo” numa dimensão sutil que cuida dos interesses deste grupo, por exemplo, empresas, clubes, religiões, famílias, partidos etc .

13.6.2. NA HISTÓRIA:
Quando pensamos em egrégora, a primeira idéia que nos vem à mente são relações com grupos e espiritualidade. . Mas W.E. Butler em seu livro `The Magician, his training and his work’ de 1959, foi mais específico e escreveu:

“Uma clara idéia da natureza da Egrégora mágica, ou forma grupo, deve ser construída na mente no intuito de que o aspirante possa entender que parte ele desempenha em todo um complexo esquema e pelo qual pode saber o quão de perto ele é guiado e ajudado no trabalho escolhido.”

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Definitivamente o termo egrégora fora colocado em voga pela Sociedade Teosófica, no início do séc. XX, apoderando-se dele para sereferir ao grupo de seres mais evoluídos responsáveis pela condução da evolução da humanidade, a Grande Fraternidade [Loja] Branca.

No entanto, o termo tem uso mais antigo e pode ser encontrado em ordens iniciáticas e círculos religiosos:
– Templários, na imagem do Baphomet;
– Maçonaria com a “Cadeia de União”;
– Teosofia com os Mahatmas;
– Golden Dawn com os Mestres Secretos;
– Fraternitas Saturnis com Gotos;
– AMORC com o Sanctum Celestial (Hierarquia) ;
– Espiritismo com seus Guias;
– Umbanda e os Eguns;
– Catolicismo com Jesus e os Santos;
– Candomblé com os Orixás.

Nos séculos XVIII e XIX, o termo Egrégora recebeu maior atenção dos escolásticos da época e tornou-se algo mais técnico, isto é, recebeu uma abordagem mais específica, voltada à magia.

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13.6.3. NA MAGIA:

As egrégoras podem ser classificadas em dois tipos básicos: a intencional e a casual.

A egrégora intencional surge como resultado da interação de diferentes pessoas envolvidas num propósito “específico”. E nesse caso, a egrégora funciona como um animal adestrado que servirá ao propósito de quem a criou, sempre muito obediente, protetora e pró-ativa. Mas sempre constituída propositalmente.

Já a egrégora casual é formada sempre que as pessoas se reúnem para fazer algo e, a menos que algo seja feito para mantê-la, se dissipará tão rapidamente quanto o grupo se desfaça. No entanto, caso desejem continuar com ela, será necessário conhecer certas técnicas de como o fazer, assim a egrégora continuará crescendo em força e pode durar por séculos.

As egrégoras intencionais estão relacionadas às atividades
espirituais ou esotéricas coletivas, sendo que as características
básicas e essenciais de tais grupos são:
1. que possuem um propósito claro e bem definido;
2. que congregam pessoas em torno desse propósito;
3. que elegem uma liderança ao grupo;
4. que escolhem um símbolo para caracterizar esse propósito;
5. que consagram esse símbolo por “cerimônia” e na presença do grupo
e seu líder.
6. que mantém reuniões regulares para tratar do propósito;
7. que revezam seus cargos e/ou postos regularmente.

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Como disse, todos esses elementos são essenciais para a constituição de uma egrégora. Mas note que os itens 3, 6 e 7 são os de maior importância na Manutenção de uma egrégora como mostrarei mais adiante.
A vantagem de se ter uma egrégora está nela ter uma ação mais constante que a soma de seus membros individualmente, isto é, ela age pelo propósito original 24 horas sem qualquer interrupção. Isso sem mencionar que, por estar numa dimensão sutil, é capaz de antecipar alguns eventos que poderiam desferir algo contra um dos seus.

Ela interage continuamente com seus membros, influenciando- os e sendo influenciada por eles. Geralmente essa interação costuma ser de forma positiva estimulando e ajudando seus membros, basicamente por intuição, sonhos e por outras faculdades que o membro venha a possuir, desde que estes ajam conforme o propósito original. Sua ação estimulará todas as faculdades do grupo que permitirão a realização dos objetivos, individual e coletivamente, de seu programa original.

Se esse processo for continuado por muito tempo a egrégora toma vida por si própria e pode ficar tão forte que, até mesmo se todos seus membros morressem, ainda continuaria existindo por algum tempo, podendo ser reavivada posteriormente. E o mesmo depende da capacidade de se viver como os fundadores originais, particularmente se estão dispostos a fazer a “contribuição inicial” de energia para fazê-la começar novamente.

De qualquer maneira, o reavivamento de uma egrégora é um ato consciente e intencional cujo preparo passa pelo processo descrito anteriormente.

13.6.4. MANUTENÇÃO:
Uma egrégora traz benefícios, mas como tudo na vida, também traz certa carga para sua manutenção.

Independente de ela ser casual ou intencional, uma egrégora é como qualquer “entidade astral”, i.e., necessita de “alimento” para seu sustento (existência) e suporte do propósito de sua criação.

A egrégora se “nutre” basicamente dos elementos que a criou, como qualquer ser vivo, ou seja, das emoções, pensamentos e outros materiais “devotados” à sua criação. Está na base instintiva da natureza, pois tudo que ganha vida luta por mantê-la (lei da sobrevivência) . E com a egrégora ocorre a mesma coisa. Além disso,
ela possuirá psicologia, intensidade e personalidade herdada dos
próprios criadores, um amálgama.

A “alimentação” da egrégora ocorre durante os encontros regulares do grupo. E no caso dos grupos espiritualistas ou iniciáticos, mais especificamente em seu ritual e/ou cerimonial regular. Funciona como uma recarga que é retirada dos membros, aos oficiais e sendo canalizada destes ao líder do grupo à egrégora.
Nesse momento novos pedidos e objetivos podem ser imputados à egrégora.
No final de um período previamente combinado, os oficiais de tais grupos devem revezar seus cargos. Essa é uma contramedida de segurança importante para que a egrégora não se vicie.

13.6.5. EFEITOS COLATERAIS:
Pode ser que o grupo se disperse por diversas razões ou mesmo seus líderes comecem a agir contra o objetivo original, ou ainda, os oficiais permanecem no mesmo cargo por muito tempo.

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No primeiro, caso seu “alimento” lhe seja suprimido:

  1. a egrégora tenta influenciar os membros para retornarem às atividades;
  2. caso não tenha êxito, começará a influenciar seus líderes mais intensamente;
  3. caso não tenha êxito, haverá a possibilidade da egrégora;
    – a. ou definhar-se até desaparecer;
    – b. ou ocorrer o “efeito vampiro”, quer dizer, dela se tornar “obsessiva” e passe a atuar como um cascão.

Por isso, é extremamente salutar o revezamento dos cargos, especialmente para grupos religiosos, místicos ou iniciático. Nesses casos, e por segurança, a troca dos oficiais ocorre nas cerimônias de equinócios.

No segundo caso, a egrégora tentará motivar o líder para continuar no propósito original, caso ela não obtenha sucesso, começará a excluir o dito membro do grupo.
Portanto, ao assumir a liderança de um grupo, que o líder não negligencie suas funções mais sutis.

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No terceiro caso, se os oficiantes não forem periodicamente renovados, pode ser criada certa dependência da egrégora.

13.6.6. POSSÍVEIS PERIGOS:
Como disse antes, uma vez que algo ganha vida, este algo lutará para continuar vivendo. E uma egrégora (assim como a larva astral) não é diferente. Portanto, uma vez iniciados, os rituais devem ser executados com certa regularidade.

É muito comum, nos tempos atuais ver grupos surgindo a esmo na mesma velocidade que encerram suas atividades. No entanto, as encerram por dispersão dos membros, não encontrando tempo de encerrar devidamente seus trabalhos.

Nesses casos, a egrégora continua ativa mesmo tempos depois. A egrégora começará a “pedir” alimento, como um “cão sem dono”, aos mais próximos. Isto é, às cabeças do grupo e se não tiver sucesso, aos demais membros.

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A egrégora agirá exatamente como um obsessor ou cascão astral, sendo que mais fraca, pois sua natureza é diferente. Tentará influenciar o retorno das atividades do grupo a partir de um membro.

13.6.7. OBSERVAÇÕES E DEVANEIOS:
1. Geralmente não conhecemos o processo de sua criação, as egrégoras vão sendo criadas a esmo e os seus criadores logo se tornam seus servos já que são induzidos a pensar e agir sempre na direção dos elementos que caracterizaram sua criação. Serão tão escravos quanto menos conscientes forem do processo. Se conhecerem sua existência e as leis naturais que as regem, podemos nos tornar senhores dessas
forças.
2. Submetamos Thelema ao processo descrito anteriormente. Há algum símbolo que seja o ícone de Thelema, pelo qual seja possível se trabalhar regularmente? Sim, vários, mas existe algum em especial? Em THELEMA não, mas nas Ordens Thelêmicas sim. Observe as festas e cerimônias recomendadas em Liber AL.

Portanto, não há egrégora para Thelema, porque não há o elemento básico que é um evento cíclico e um ícone de “veneração” como ponto de apoio, tal como o Catolicismo com seu Jesus Cristo.

  1. Na A.•. A.•. a coisa fica mais difícil ainda, é uma ordem individual, não há como haver egrégora. Os Mestres Secretos são outra coisa diversa de egrégora.
  2. O “efeito vampiro” já foi comentado, é como um obsessor ou cascão astral e, caso ocorra, deve ser banido como tal.
  3. Apesar de agirem de forma parecida, não confundam egrégora com um obsessores. Os obsessores se “alimentam” de sentimentos de revolta e ódio, exige mais revolta, ódio e sentimentos afins, enquanto que a Egrégora se sustenta pela congregação de seus membros e só atuará como obsessor se for por sobrevivência.
  4. Não entrem em ordens para pertencer a uma egrégora. Pessoas frequentemente querem “pertencer a uma egrégora”, porque se não houver sintonia interna para com o propósito do grupo, nenhuma conexão será feita.
  5. Uma última, repetindo o que já fora dito. Como todo ser vivo, uma egrégora não quer morrer e cobrará sua subsistência aos seus genitores, induzindo-os a produzir, repetidamente, as mesmas emoções.

Caso tentem eliminar uma, façam sem hesitar. Pois do contrário, a egrégora achará um ponto fraco para se manter

13.6.8. NOTAS DO AUTOR:
Esse texto foi desenvolvido a partir de anotações iniciadas em abril de 1997, sendo alterado conforme novas descobertas até 2004 quando foi encerrado.

Minhas principais fontes de pesquisas foram:

  • Participação ativa em Ordens que mantém egrégoras.
  • Trabalho ativo e direto com obsessores em Centros Espíritas.
  • Estudo e treinamento de médiuns.
  • Projeção astral individual e grupo.
  • Invocação e banimento de “espíritos”.
  • Livros, dezenas deles.

13.7 – FORMAS-PENSAMENTO NO ESPIRITISMO:

13.7.1 – PERISPÍRITO

  • 2a Edição Revista e Ampliada – Zalmino Zimmermann
    Projeções mentais coloridas que configuram – às vezes, com detalhes – as imagens produzidas pela mente. Segundo o Espírito André Luiz: “Nas reentrâncias e ligações sutis dessa túnica eletromagnética de que o homem se entraja, circula o Pensamento, colorindo-a com as vibrações e imagens de que se constitui, aí exibindo, em primeira mão, as solicitações e os quadros que improvisa, antes de irradia-los no rumo dos objetos e das que demanda. Aí temos, nessa conjugação de forças físico-químicas e mentais, a Aura humana, peculiar a cada indivíduo, interpenetrando-o, ao mesmo tempo que parece emergir dele, à maneira de campo ovóide, não obstante a feição irregular em que se configura, valendo por espelho sensível em que todos os estados da alma se estampam com sinais característicos e em que todas as idéias se evidenciam, plasmando telas vivas, quando perduram em vigor e semelhança, como no cinematógrafo comum.

Fotosfera psíquica, entretecida em elementos dinâmicos, atende à cromática variada, segundo a onda mental que emitimos, retratando-nos todos os pensamentos em cores e imagens que nos respondem aos objetivos e escolhas, enobrecedores ou deprimentes.”
[ pagina.218]

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13.7.2 – NOS DOMÍNIOS DA MEDIUNIDADE
– 22a edição – Francisco Cândido Xavier – André Luiz.*

Não faltavam quadros impressionantes de Espíritos perseguidores, que procuravam hipnotizar as próprias vítimas, precipitando-as no sono provocado, para que não tomassem conhecimento das mensagens transformadoras, ali veiculadas pelo verbo construtivo.
André Luiz – 1954

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Considerando que toda e qualquer ação e todo e qualquer pensamento fica registrado na memória vital do espírito e no éter-cósmico, pode-se caracterizar as formas-pensamento como concretizações de pensamentos. Por exemplo, se um homem, num ambiente de trabalho, sente inveja de um colega pelo fato de este se mostrar mais competente, mais esforçado e, portanto, mais solicitado e admirado, a inveja do primeiro “cria” no éter-cósmico uma forma-pensamento própria do sentimento. Essa forma-pensamento pode possuir forma física, como a de uma faca, de um homem morto, ou pode possuir forma indefinida, caracterizando apenas o sentimento pelo qual ela foi gerada. A forma-pensamento pode se depositar no éter-cósmico ou pode “colar-se” ao indivíduo invejado, no caso do exemplo em questão, causando-lhe prejuízos psíquicos e até físicos.
Está aí a explicação científica do famoso “mau-olhado”, agouro direcionado a uma pessoa que, efetivamente, na maioria dos casos, logra prejuízos. Porém, as formas-pensamento não se resumem apenas a sentimentos baixos. Elas podem se originar de sentimentos nobres, como o amor ou a benevolência. Por exemplo, uma mãe, amando profundamente seus filhos, ao assistir ao progresso dos mesmos, se enche de alegria e envia forma-pensamento benéficas a eles, que podem se caracterizar por imagens alegres como um coração, um rosto sorrindo, ou por formas indefinidas mas de cores vivazes e alegres.

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Também fatos e acontecimentos podem gerar formas-pensamento, como no caso de uma guerra em que muito sangue foi derramado e muitos espíritos sofreram atrozmente e pereceram.
Tudo isso pode ocasionar uma grande mancha escura na região onde a guerra se sucedeu, com grande aglomerado de formas-pensamento negativas, gerando, não raro, perturbações de ordem psíquica nos próprios moradores da região, em função da grande quantidade de energias deletérias. Além disso, um determinado homem, através de seus incessantes clamores de inveja, pode, por exemplo, lançar formas-pensamento de um lugar para qualquer outro.
Por invejar a casa de um amigo, por exemplo, um indivíduo manda, inconscientemente, formas-pensamento negativas para lá, e as mesmas ficam ali depositadas, gerando diversos males, de acordo com a intensidade do pensamento do emissor. Por isso, é sempre bom pedir em nossas orações ajuda àqueles que, mesmo sem querer, exercem esse maligno prejuízo aos outros, e pedir também que nossa casa, assim como nós mesmos, possamos ser limpos pelos espíritos amigos de quaisquer formas-pensamento negativas que possam ter-se depositado em nossa casa ou em nós. É importante acrescentar que somente os espíritos já evoluídos é que conseguem dar a forma e comandar com plenos poderes suas forma-pensamento; os demais espíritos as produzem inconscientemente.
http://www.plenus.net/arquivos/glossario.html

Fonte: http://www.espiritualismo.info/formapensamento.html#EGRÉGORA

 

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