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 116 – ESOTERISMO:
Esoterismo é o nome genérico que designa um conjunto de tradições e interpretações filosóficas das doutrinas e religiões que buscam desvendar seu sentido oculto. O esoterismo é o termo para as doutrinas cujos princípios e conhecimentos não podem ou não devem ser “vulgarizados”, sendo comunicados a um restrito número de discípulos escolhidos.

Segundo Blavatsky, criadora da moderna Teosofia, o termo “esotérico” refere-se ao que está “dentro“, em oposição ao que está “fora” e que é designado como “exotérico“. Designa o significado verdadeiro da doutrina, sua essência, em oposição ao exotérico que é a “vestimenta” da doutrina, sua “decoração”.

Também segundo Blavatsky, todas as religiões e filosofias concordam em sua essência, diferindo apenas na “vestimenta“, pois todas foram inspiradas no que ela chamou de “Religião-Verdade“.

Um sentido popular do termo é de afirmação ou conhecimento enigmático e impenetrável. Hoje em dia o termo é mais ligado ao misticismo, ou seja, à busca de supostas verdades e leis últimas que regem todo o universo, porém ligando ao mesmo tempo o natural com o sobrenatural.

Muitas doutrinas espiritualistas são também chamadas esotéricas:

(Clique no título)

116.1 – MARTINISMO  
São denominados de Martinistas discípulos ou seguidores de de Martinez de Pasqually e os de Louis Claude de Saint-Martin.

Cada qual gerou uma teoria. Apesar da base de ambas teorias serem coincidentes, uma diferença profunda separa as duas escolas.

A escola de Martinez, restringiu-se à Teurgia, à prática operativa, enquanto que a escola de Louis Claude de Saint-Martin estendeu-se à chamada senda mística ou cardíaca.
A Tradicional Ordem Martinista é uma Ordem iniciática cujo objetivo essencial é perpetuar o esoterismo judaico-cristão. Os martinistas estudam a história do ser humano, desde sua emanação a partir da Imensidade Divina até sua condição atual, bem como as relações que o ligam a Deus e à natureza. Pois, segundo o Filósofo Desconhecido, “… só nos podemos ler no Próprio Deus e nos compreender em Seu Próprio esplendor…”. O homem cometeu o erro de se afastar de Deus e cair no mundo material. Ao fazer isso, de certo modo adormeceu para o mundo espiritual e seu Templo Interior está em ruína. Ele deve então reconstruí-lo, pois se perdeu seu poder original, conserva no entanto seu germe e só a ele compete fazê-lo frutificar.

Em “O Ministério do Homem-Espírito”, Saint-Martin nos diz: “Homem, lembra-te por um instante do teu julgamento. Por um momento quero de bom grado te desculpar por ainda desconheceres o destino sublime que terias a cumprir no universo; mas pelo menos não deverias ser cego ao papel insignificante que nele cumpres durante o curto intervalo que percorres desde o teu berço até o teu túmulo. Lança um olhar sobre o que te ocupa durante esse trajeto. Poderias acaso crer que teria sido para um destino tão nulo que te verias dotado de faculdades e propriedades tão importantes?” Reencontrar esse estado paradisíaco que dele fazia um Pensamento, uma Palavra e uma Ação de Deus, tal é a busca martinista, a busca da “Reintegração”.
Fonte: Wikipédia
116.2 – MENTALISMO  
MENTALISTA NÃO É PARANORMAL NEM MÁGICO ILUSIONISTA

A Paranormalidade é definida como a capacidade que algumas pessoas têm, ou dizem ter, relativa a poderes que vão além dos cinco sentidos;

Um mágico ilusionista se define como o artista que “produz” efeitos espantosos, grandes ou pequenos, através da ilusão dos sentidos de seus espectadores;

Ao passo que Mentalista é qualquer pessoa (qualidade normal) que tomou conhecimento de que pode mudar os fatos da sua realidade imediata, mudando seus próprios pensamentos, e põe em prática tal qualidade.

A confusão entre Mentalismo, Paranormalidade e Ilusionismo, tem levado pesquisadores sérios a tentar diminuir a importância de se ter pensamentos positivos; mas estes são fundamentais para evitar as conseqüências desastrosas que acompanham o hábito de alimentar pensamentos negativos.

MENTALISTA LIDA COM REALIDADES

Um Mentalista é todo ser humano que usa conscientemente os poderes de sua mente para alterar sua realidade de saúde, bem-estar, relacionamentos e meio ambiente. Não pode jamais ser confundido com Ilusionismo, que é a técnica utilizada por mágicos de palco para iludir os sentidos dos espectadores, nem com paranormalidade que é a capacidade que algumas pessoas têm, ou dizem ter, relativa a poderes que vão além dos cinco sentidos.

Mentalismo não é ilusionismo. Gostaria que fosse divulgado que o uso da palavra MENTALISMO é inadequado para a prática de ilusionismo. A prática de mágica ilusionista não tem nada a ver com mentalismo nem com “magick”.
A mágica ilusionista lida com a capacidade (admirável, diga-se de passagem) que o mágico tem de enganar os sentidos dos espectadores.

O Mentalismo é idéia criada há muito, pois os antigos já diziam (com Hermes Trismegisto) que “O Universo é Mental” sendo isto considerado o Princípio do Mentalismo, portanto, a mágica dos mágicos é outra coisa.

Se não fosse assim poderíamos chamar de “mentalista” o menino que compra numa loja alguns truques e passa a divertir seus coleguinhas.
Claro que não podemos comparar os Coperfields e Kardinis da vida com meninos, e eles são também mentalistas, quando usam o poder da mente para produzir efeitos materiais reais, mas a prática de suas mágicas não é Mentalismo, e sim, ilusão dos sentidos.

Mentalismo, enquanto tradução, ou versão, do Universo no nosso ambiente através da Mente, não é ilusão: é o reconhecimento da realidade transcendental, já delineado há muito por esotéricos, filósofos e alguns religiosos.
Fonte: http://www.mentalismo.net

Fonte: Wikipédia

116.3 – MISTICISMO  
Misticismo (do grego μυστικός, mystikos, um início de um mistério religioso) é a busca da comunhão com a identidade, com, consciente ou consciência de uma derradeira realidade, divindade, verdade espiritual, ou Deus através da experiência direta ou intuitiva.

 

Do livro de Jakob Böhme “O Príncipe dos Filósofos Divinos”, o Misticismo se define por: o Misticismo, em seu mais simples e essencial significado, é um tipo de religião que enfatiza a atenção imediata da relação direta e íntima com Deus,ou com a espiritualidade, com a consciência da Divina Presença. É a religião em seu mais apurado e intenso estágio de vida. O iniciado que alcançou o “segredo” foi chamado um místico. Os antigos cristãos empregavam a palavra “contemplação” para designar a experiência mística.

 

 

“O místico é aquele que aspira a uma união pessoal ou a unidade com o Absoluto, que ele pode chamar de Deus, Cósmico, Mente Universal, Ser Supremo, etc. (Lewis, Ralph M).

 

Visão geral:

A palavra “místico” era empregada pela primeira vez no Mundo Ocidental, nos escritos atribuídos a “Dionysius, o Aeropagite”, que apareceu no final do século V. Dionysius empregou a palavra para expressar um tipo de”Teologia”, mais do que uma experiência. Para ele e para muitos intérpretes, desde então, o Misticismo se baseava em uma teoria ou sistema religioso que concebe Deus como absolutamente transcendente, além da Razão, do pensamento, do intelecto e de todos os processos mentais.

 

A palavra, desde então, tem sido usada para os tipos de “conhecimento” esotérico e teosófico, não suscetiveis de verificação. A essência do misiticismo é a experiência da comunicação direta com Deus.

 

A palavra Misticismo tem origem no idioma Grêgo μυστικός = “iniciado” (nos “Mistérios de Eleusinian”, μυστήρια = “mistérios”, referindo-se as “Iniciações”) é a busca para alcançar comunhão ou identidade consigo mesmo, lucidez ou consciência da realidade última, do divino, Verdade espiritual, ou Deus através da experiência direta, intuição, ou insight; e a crença que tal experiência é uma fonte importante de conhecimento, entendimento e sabedoria. As tradições podem incluir a crença na existência literal de realidades empíricas, além da percepção, ou a crença que uma verdadeira percepção humana do mundo trancenda o raciocínio lógico ou a compreensão intelectual.

 

O termo “Misticismo” é freqüentemente usado para se referir a crenças que são externas a uma religião ou corrente principal, mas relacionado ou baseado numa doutrina religiosa da corrente principal. Por exemplo, Kabala é a seita mística dominante do judaísmo, Sufismo é a seita mística do Islã, e Gnosticismo refere geralmente a várias seitas místicas que surgiram como alternativas ao cristianismo. Enquanto religiões do Oriente tendem a achar o conceito de Misticismo redundante, e o conhecimento tradicional e ritual são considerados como Esotericos, por exemplo, Vajrayana e Budismo.

 

 

Definição:

Uma definição de Misticismo não poderia ser ao mesmo tempo significativa e de abrangência suficientemente para incluir todos os tipos de experiências que têm sido descritas como “místicas”.

 

Por definição natural, Misticismo é a prática, estudo e aplicação das leis que unem o homem à Natureza e a Deus.

 

Desta forma, a Mística se distingue da Religião por referir-se à experiência direta e pessoal, com a divindade, com o transcendente, sem a necessidade de intermediários, dogmas ou de uma Teologia.

 

 

Na teologia

Conjunto de práticas religiosas que levam à contemplação dos atributos divinos. Estado natural ou disposição para as coisas místicas, religiosas; religiosidade.

 

 

Conceito externo (exotérico):

substantivo masculino

1      inclinação para acreditar em forças e entes sobrenaturais e preocupar-se com eles, em detrimento das explicações racionais e científicas; credulidade.

2      crença de que o ser humano pode comunicar-se com a divindade ou receber dela sinais ou mensagens.

3      tendência para assimilar e incorporar, com intensidade, à sua forma de pensar os ensinamentos religiosos, esp. os mais abstratos e que se afastam da vida terrena; religiosidade.

4      atitude mental, baseada mais na intuição e no sentimento do que no conhecimento racional, que busca, em última instância, a união íntima e direta do homem com a divindade; misticidade.

5      maneira de compreender e de realizar a experiência mística

Ex.: m. ortodoxo da Igreja antiga.

6      intensa fé e devoção religiosa, freq. exacerbadas, com traços de sentimentalismo ou romantismo.

7      tendência para a vida contemplativa; ascetismo

8      crença tão cega em (algo), que se aproxima do fanatismo

9      o elemento sobrenatural de uma doutrina, teoria, ensinamento etc.

Ex.: o número sete era muito freqüente no m. antigo

Fonte: Wikipédia

116.4 – OCULTISMO  
Muitas vezes um ocultista é referenciado como um mago. Alguns acreditam que estes antigos Magos já conheciam a maior parte das descobertas da ciência contemporânea e até além delas, tornando estas descobertas meros achados.

 

Na ciência oculta, a palavra oculto refere-se a um “conhecimento não revelado” ou “conhecimento secreto“, em oposição ao “conhecimento ortodoxo” ou que é associado à ciência convencional. Para as pessoas que seguem aprofundando seus estudos pessoais de filosofia ocultista, o conhecimento oculto é algo comum e compreensivel em seus símbolos, significados e significantes. Este mesmo conhecimento “não revelado” ou “oculto” é assim designado, por estar em desuso ou permanecer nas raízes das culturas. Originalmente no século XIX era usado por ter sido uma tradição que teria se mantido oculta à perseguição da Igreja, e da sociedade e por isso mesmo não pode ser percebido pela maioria das pessoas. Mesmo que muitos dos símbolos do ocultismo, estejam sendo utilizados normalmente e façam parte da linguagem verbal ou escrita (p.e. a palavra abracadabra seria uma palavra de poder), permanecem assim, ocultos o seu significado e seu verdadeiro sentido. Desta maneira, tudo aquilo que se chama de “ocultismo” seria uma sabedoria intocada, que poucas pessoas chegam a tomar conhecimento, pois está além (ou aquém) da visão objetiva da maioria, ou de seu interesse. O ocultismo sempre foi concebido desde o início, como um saber acessível apenas a pessoas iniciadas (ou seja, para aquelas que passaram por uma “iniciação”; uma inserção num grupo separado do comum e do popular; ou mesmo uma espécie de batismo, onde as pessoas seriam escolhidas, então guiadas e orientadas a iniciar numa nova forma de compreender e pensar o que já se conhece, supostamente transcendendo-o).

 

Contudo, sempre houve curiosos de várias época, que foram capazes de especular à respeito do Ocultismo, sem que este conhecimento se tornasse algo comum em suas vidas. Embora o Ocultismo sempre exigisse da pessoa que o estudava, uma posição e atitude pessoal diversa daquela que a maioria das pessoas assumia. Por isso mesmo, que os estudiosos desta filosofia não eram bem vistos (acusados de pagãos, bruxos(as), místicos(as), loucos(as), rebeldes), sendo excluídos, perseguidos e condenados. Com certeza eram em sua maioria, muito mal compreendidos. O ocultismo tem como escopo de estudo o que seriam energias e forças de variados tipos e formas, suas fontes e seus efeitos, assim como os seus canais de atuação e seus efeitos produzidos na consciência do Homem. Segundo os ocultistas a ciência oculta estuda, o contrário da ciência tradicional, a natureza em sua totalidade, assim como as relações entre a natureza e o Homem. Principalmente por professar uma dimensão espiritual, ou sobre-natural, algo que nunca foi empiricamente demonstrado e portanto não reconhecido pela ciência do passado.

 

Do ponto de vista de quem o professa a percepção do oculto consiste, não em acessar fatos concretos e mensuráveis, mas trabalhar com a mente “transcendendo-se” e o espírito. Ocultismo assim supostamente refere-se ao treinamento mental, psicológico e espiritual que permite um “despertar” de certas faculdades ocultas, o que na visão da ciência ortodoxa consiste em algum tipo de ilusão ou hipnose auto-induzida.

 

Origens, influências e tradições

O ocultismo teria suas origens em tradições antigas, particularmente o hermetismo no antigo Egito, e envolve aspectos como magia, alquimia, e cabala.

 

O ocultismo tem relação com o misticismo e o esoterismo e tem influências das religiões e das filosofias orientais (principalmente Yoga, Hinduísmo, Budismo, e Taoísmo).

 

 

História

As raízes mais antigas conhecidas do ocultismo são os mistérios do antigo Egito, relacionados com o deus Hermes ou Thoth. Essa parte do ocultismo ou doutrina é tratada no Hermetismo.

 

Na Idade Média, principalmente na Península Ibérica devido a presença de muçulmanos e judeus, floresceu a alquimia, ciência relacionada com a manipulação dos metais, que segundo alguns, seria na verdade uma metáfora para um processo mágico de desenvolvimento espiritual. Tanto a alquimia quanto o ocultismo receberam influência da cabala judaica, um movimento místico e esotérico pertencente ao judaísmo.

 

Alguns destes ocultistas medievais acabaram sendo mortos na fogueira pela Inquisição da Igreja Católica, acusados de serem bruxos e terem feito pacto com o diabo. Mas existem trabalhos relacionados à cabala relacionados durante toda Idade Média. E de alquimia na Baixa Idade Média.

 

O ocultismo ressurgiu no século XIX com os trabalhos de Eliphas Levi, Helena Petrovna Blavatsky, Papus e outros.

 

 

História recente e Ocultistas famosos

O ocultismo moderno, cujo ressurgimento deu-se principalmente ao final do século XIX, teve sua parte teórica sistematizada por Helena Petrovna Blavatsky, no que ficou conhecido como Teosofia. Além dela, também são importantes na definição do moderno ocultismo Eliphas Levi, S. L. MacGregor Mathers, William Wynn Westcott, Papus e Aleister Crowley, Anton Szandor LaVey, entre outros.

 

Eliphas Levi divide as preferência de alguns com Papus como o maior ocultista do século XIX, tendo ambos sistematizado boa parte do que hoje conhecemos como ocultismo prático moderno.

 

Também devemos lembrar a importância de S. L. MacGregor Mathers e da Ordem Hermética do Amanhecer Dourado (“Hermetic Order of the Golden Dawn”), responsáveis em parte pelo ressurgimento da magia ritualística, e que influenciaram fortemente a maioria dos mais conhecidos e importantes magos e ocultistas do século XX.

 

Já no século XX destaca-se enormemente a figura de Aleister Crowley, que “criou” um sistema mágico próprio – Thelema que deu origem e influenciou diversas escolas mágicas, também escreveu uma extensa coleção de livros que figuram entre as preferências de ocultistas modernos.

 

Não podemos esquecer também a contribuição do não tão famoso Franz Bardon com seus poucos, mas valiosos, livros.

 

 

Sociedades e fraternidades

Atualmente, as tradições relacionadas com o ocultismo são mantidas por diversas sociedades e fraternidades secretas ou abertas, cuja admissão ocorre por meio de uma iniciação, que é um ritual de aceitação. Esse ritual tem como fundamento uma suposta nova vida que a pessoa deverá alcançar com a iniciação, ela morre simbolicamente e renasce para a vida que passará a ter.

 

Fonte: Wikipédia

 

 

116.5 – GNOSE  
Gnose é substantivo do verbo gignósko, que significa conhecer. Para os Gnósticos, Gnose é conhecimento superior, interno, espiritual, iniciático. No grego clássico e no grego popular, koiné, seu significado é semelhante ao da palavra epistéme.

 

Em filosofia, epistéme significa “conhecimento científico” em oposição a “opinião”, enquanto gnôsis significa conhecimento em oposição a “ignorância”, chamada de ágnoia.

 

Para os Gnósticos a gnose é um conhecimento que brota do coração de forma misteriosa e intuitiva. É a busca do conhecimento, não o conhecimento intelectual, mas aquele que dá sentido à vida humana, que a torna plena de significado, porque permite o encontro do homem com sua Essência Eterna.

 

O objeto do conhecimento da Gnose seria Deus, ou tudo o que deriva d’Ele. Para seus seguidores, toda Gnose parte da aceitação firme na existência de um Deus absolutamente transcendente, existência que não necessita ser demonstrada. “Conhecer” significa ser e atuar (na medida do possível ao ser humano), no âmbito do divino.

 

O termo “Gnose” acabou designando, nos tempos atuais, um conjunto de tradições que acreditam no aspecto espiritual do Universo e na possibilidade de salvação por um conhecimento secreto.

Gnosticismo designa o movimento histórico e religioso cristão que floresceu durante os séculos II e III, cujas bases filosóficas eram as da antiga Gnose (palavra grega que significa conhecimento), com influências do neoplatonismo e dos pitagóricos. Este movimento reivindicava a posse de conhecimentos secretos (a “gnose apócrifa”, em grego) que, segundo eles, os tornava diferentes dos cristãos alheios a este conhecimento. Originou-se provavelmente na Ásia menor, e tem como base as filosofias pagãs, que floresciam na Babilônia, Egito, Síria e Grécia. O gnosticismo combinava alguns elementos da Astrologia e mistérios das religiões gregas, mistérios de Elêusis, bem como os do Hermetismo, com as doutrinas do Cristianismo. Em seu sentido mais abrangente, o Gnosticismo significa “a crença na Salvação pelo Conhecimento” (Joan O’Grady).

 

Gnosticismo, tem por origem etimológica o termo grego “gnosis”, que significa “conhecimento”. Mas não um conhecimento racional, científico, filosófico, teórico e empírico (a “episteme” dos gregos), mas de caráter intuitivo e transcendental; Sabedoria. É usada para designar um conhecimento profundo e superior do mundo e do homem, que dá sentido à vida humana, que a torna plena de significado porque permite o encontro do homem com sua essência eterna, centelha divina, maravilhosa e Crística, pela via do coração. É uma realidade vivente sempre ativa, que apenas é compreendida quando experimentada e vivenciada. Assim sendo jamais pode ser assimilada de forma abstrata, intelectual e discursiva.

 

O Gnosticismo usa de explicações metafísicas e mitológicas para falar da criação do universo e dos planos espirituais, mas nunca deixa de relacionar esse mundo externo e mitológico a processos internos que ocorrem no homem.

 

 

 

Ramificações:

Existe somente uma ramificação original Gnóstica, a de Jules Doinel e de seu sucessor Jean Bricaud. Outras escolas apenas tentaram se apropriar indevidamente do nome Gnose.

 

Outras escolas gnósticas verdadeiras baseiam-se nas culturas pré-cristãs, com forte influência oriental. Outras revelam influências judaico-cristã-islâmicas.

 

Há também uma escola que se baseia nos ensinamentos de Carl Gustav Jung, dando ênfase na interpretação das reações psicológicas do homem e sua relação com o universo. Nesse ramo não existe clero nem sistema de graus, sendo uma metodologia de trabalho interior

 

•      O ramo de Jules Doinel

•      O ramo de Jean Bricaud;

•      O ramo de Aleister Crowley

•      O ramo de Krum Heller

•      O ramo de Samael Aum Weor

•      O ramo Lucien Jean Maine

 

Estes ramos citados são os mais antigos e conhecidos, mas existem dezenas de outras linhagens.

Algumas destas Escolas praticam uma Gnose mais pura, baseada nas culturas pré-cristãs, com forte influência oriental. Outras Escolas praticam uma Gnose com fortes influências judaico-cristã-islâmica.

Mas ainda existe uma terceira manifestação da Gnose, baseada nos ensinamentos de Carl Gustav Yung. Esta Escola baseia sua Gnose na psicologia, dando ênfase na interpretação das reações psicológicas do homem e sua relação com o universo. Nesse ramo não existe clero nem sistema de graus, sendo apenas uma metodologia de trabalho interior.

Um ponto em comum a todas estas Escolas é a Grande Virgem da Gnose, Sofia, que é de fato a grande manifestação egregórica da Gnose. Representa a base da doutrina e mãe de todas as organizações gnósticas, inspirando a Igreja do invisível. Abaixo dela está o Arcanjo Miguel (ou Mikael), que é o guardião da Igreja, agindo de forma disciplinadora. Sua influência estende-se tanto a clérigos quanto a fiéis da Igreja Gnóstica. E completando a Trindade de comando espiritual da Igreja está o Mestre Desconhecido, um Ser Espiritual que comanda a Igreja como um Patriarca invisível, sendo o responsável pela administração e transmissão da Gnose ao Planeta Terra.

 

FONTE:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Gnose

 

116.6 – EUBIOSE  
O termo “EUBIOSE” é um neologismo criado por H.J.S. e encerra em si, arquetipicamente, a formulação de um novo conceito. Os radicais EU e BIOSE, que compõem este termo, derivam do grego: “EU” – prefixo que significa bem, belo e bom – e “BIOSE”, do étimo “BIOSIS”, que quer dizer vida, o estado vivo, a acção de viver. Concluímos assim que a palavra EUBIOSE significa etimologicamente “a vivência do Bem, do Belo e do Bom”.
Citemos Henrique José de Sousa:
“A Eubiose é a Ciência da Vida, E, como tal, é aquela que ensina os meios de se viver em harmonia com as leis universais, das quais os primeiros derivam.


Pelo que se vê, nenhuma diferença existe entre Eubiose e Teosofia, no sentido real da palavra. Porque esta, como Ciência ou Sabedoria Divina, se propõe a mesma coisa, como tronco donde se originam as ciências, artes, religiões, filosofias, línguas e tudo mais quanto já existe ou há-de existir no mundo. Desse modo não apenas os Adeptos da Boa-Lei, mas também todos os Iluminados que a este mundo vieram, pautaram a sua vida eubioticamente, ensinando aos demais que agissem do mesmo modo. E isto de acordo com a evolução natural da época dos seus vários aparecimentos.”
Como vemos, a Eubiose, num sentido lato, e a Teosofia (Sabedoria das Idades, Gupta-Vidya ou Sanathana-Dharma, como é conhecida no Oriente) são a mesma coisa.
O que teria, no entanto, levado o Mestre a criar um neologismo para definir um conceito que possuía à partida um termo óptimo, como era Teosofia, para o caracterizar?

A EUBIOSE EM SENTIDO RESTRITO

Convirá, antes do mais, debruçarmo-nos sobre a análise do termo “revelar”. Ao contrário do que pode à primeira vista parecer, revelar não é descobrir, pôr a nu, nem significa, de modo algum, o acto de mostrar em toda a sua pureza, em toda a sua extensão e profundidade aquilo que está oculto, aquilo que está velado. Isto seria desvelar. Revelar é tão somente o acto, a “praxis” que re-vela, isto é, que “torna a velar”, que “vela de novo”.
É por isto que todos os grandes Iluminados que procuraram ensinar aos homens a Verdade, não vieram desvelá-la, mas sim revelá-la, apresentá-la com novas vestes, novas roupagens que estivessem de acordo, como diria H.J.S., “com a evolução natural da época dos seus vários aparecimentos”. Poder-se-ia mesmo dizer que os grandes Iluminados procuram tirar o maior “rendimento” espiritual daqueles a quem a sua revelação se dirige, isto é, procuram conduzi-los da forma mais rápida e mais segura à “desvelação”.
Pensamos, pois, que não necessitará de posteriores comentários a seguinte afirmação: a EUBIOSE é uma nova revelação, uma nova forma de apresentar as verdades sempre eternas da Sabedoria Divina.

http://www.cpeubiose.org/OqueeaEubiose/index.htm

 

116.7 – BIOPSICOENERGÉTICA  
BIOPSICOENERGÉTICA é a ciência atual da energética humana. Foi Livio Vinardi, 0 fundador da BioPsicoEnergética.

 

Introdução:

Quando tratamos de energias, em particular as humanas, entramos num terreno um tanto nebuloso, impreciso, confuso e misterioso: aura, corpos energéticos, chakras, bloqueios energéticos etc.

Embora certas disciplinas – tais como a Biônica, a Bioenergética, a Parabiologia, a Parafísica, a Parapsicologia, a Psicobiofísica ou a Psicotrônica – tenham tentado elucidar o assunto, a Biopsicoenergética (BPE) possui um paradigma e uma dimensão diferentes: pois as anteriores, mesmo respeitando seus conteúdos, tratam dos fenômenos (especialmente os ditos “paranormais”), mas não os explicam.

Acreditamos que a Biopsicoenergética se estabelece como uma superdisciplina direcionada para esclarecer pontualmente o tema.

No campo da BPE desaparecem antíteses artificiais como “normal” e “paranormal”, “exotérico” e “esotérico”, já que se trata de planos de localização da consciência diante de um determinado aspecto da realidade; pois tudo depende da integridade da apreciação.

O fundador desta multidisciplina, o Dr. Livio Vinardi (vide síntese biográfica no final do texto), se consolida na atualidade como uma das mais importantes autoridades no campo da energética humana; e isto graças à sua sólida formação científica aliada à uma clarividência adestrada e altamente desenvolvida.

 

Que é a Biopsicoenergética:

A BPE é definida como a ciência que estuda as energias biopsicológicas, sua natureza, causas e efeitos, assim como sua inter-relação com todo tipo de energias, naturais e geradas. Explica, então, por exemplo, a interação das energias de cada ser humano com as vegetais, as minerais, das águas, dos astros, dos animais, das geradas por aparelhos e de outros seres humanos (positivas e negativas). Vivemos imersos em um oceano de energias sem nos darmos conta das interações – das que são necessárias e das que nos prejudicam.

 

Assim, o objetivo fundamental da BPE é o estudo e o conhecimento da cadeia Ser Humano–Natureza–Cosmos, através do denominador comum da energia. O ser humano é o ente primordial de partida e também de chegada.

 

No que concerne ao ser humano, a BPE o considera como uma unidade biológica–psicológica–energética–espiritual em seu duplo aspecto, inconsciente e consciente, e o enlaça com a Natureza e com o Cosmos, inspirada nos princípios da evolução e da Síntese.

 

Alcances da BPE:

A BPE se oferece e pode aplicar-se como estruturadora disciplinar de qualquer ramo do Conhecimento, seja em Ciência, Arte, Religião ou Filosofia.

A BPE não expõe conhecimentos isoIados; embora se descrevam aspectos parciais, todos são derivações de uma programática sintética e unificada.

A BPE atua não apenas teoricamente, mas, sobretudo, praticamente na integração harmônica do ser humano, indo do individual em direção ao universal.

Finalmente, a BPE é, sob todos os aspectos, uma Síntese Multidisciplinar de retorno ao Conhecimento Unificado.

 

Introdução geral. Definição e alcances da BPE:

  • Cosmos. Generalidades relacionadas à matéria e à energia. Conclusões da Física atual, relativas ao Universo observado.
  • Natureza. A Terra considerada como um organismo. Campos geoplásmicos (aura terrestre). Elementos e energias elementares dos planos naturais (chakras e vórtices da Natureza).
  • Ser humano. Energias bioelétricas e cibernéticas relacionadas com o sistema nervoso e os diferentes órgãos. Dedução científica do campo energético ou aura humana. Campo bioplásmico; corpo etérico e suas diferentes camadas.
  • Investigações sobre o campo bioplásmico, com uso de instrumentos, na San Francisco State University, Califómia – USA.
  • Áreas energéticas básicas da aura humana. Cores áuricas básicas no homem e na mulher.
  • Instâncias energética – psicológica – funcional – orgânica, de acordo com a BPE.
  • Chakras ou vórtices energéticos; sua dedução científica. Correspondência dos chakras com a anatomia humana; tamanhos, tonalidades, radiações e sentidos de giro.
  • Aura humana como síntese de chakras.
  • Panorama atualizado a nível mundial das investigações psicotrônicas, particularmente noa EUA, Rússia e Europa.
  • Energias geradas; classificação e sentido de giro; suas influências na aura humana e consequentemente sobre o ser humano na sua totalidade.
  • A BPE e sua Teoria Geral dos Sistemas Viventes. Concatenação das instâncias Ser Humano-Natureza-Cosmos, através da onipresença do Chakra como Expressão da Energia.
  • Diferentes tipos de auras humanas normais: “Naturais” e “Mentais”. Estrutura “Integrada”. Distribuição das energias em cada tipo; particularidades funcionais.
  • Patologia energética. Bloqueios; diferentes tipos; exemplos.
  • Processo energético da gestação. Particularidades energéticas da mulher. Estrutura do cúmulo egóico; sua conexão com o óvulo fecundado. Biorritmos. Energias que intervém durante o processo da gestação e síntese das principais metamorfoses. Processos energéticos determinantes do nascimento (parto). Abortos: análise energética.
  • Processos energéticos pré e pós-morte. Resolução das energias áuricas nos diversos casos (morte natural, acidental, suicídio).
  • Exercícios práticos de ajuda para a conscientização da aura, dos Vórtices (chakras), carga e mobilização das energias úteis e descarga das inúteis; reforço da aura como proteção e defesa energética.

 

NOTA: Como não é necessário um conhecimento prévio da matéria, o curso será dado com uma linguagem conceitual acessível e com ajudas audiovisuais especialmente elaboradas.

 

Link sobre o tema:

Vórtices e a estrutura energética do ser humano

 

116.8 – VAJRAYANA  
Vajrayana também chamado de mantrayana, tantrayana, budismo esotérico ou tântrico e Veículo do Diamante (chinês: jīngāngshèng, japonês: 金剛乗, kongōjō) , é um conjunto de escolas budistas esotéricas. O nome vem do sânscrito e significa “veículo de diamante”.

O Vajrayana é às vezes considerado como uma extensão do budismo maaiana, uma vez que ele difere primariamente na adoção de técnicas adicionais (sânscrito: upāya, “meios hábeis”), ao invés de propor uma filosofia distintamente diferente.

O Mahayana possuiria assim dois caminhos de prática: o Sutrayana, que prega o aperfeiçoamento através do acúmulo de mérito e sabedoria gradualmente, e o Vajrayāna, que prega a tomada do fruto – a iluminação – como o caminho

Características do Vajrayana
Segundo a tradição budista vajrayana, as técnicas upaya vajrayana permitem ao praticante um caminho acelerado a iluminação. Para isto faz-se uso de técnicas tantra, que auxiliam o desenvolvimento espiritual e a transmissão esotérica. Nesta suposta aceleração reside uma das diferenças entre a escola Vajrayana e outras escolas do Budismo. O Budismo Vajrayana, entretanto, não propõe que as escolas Theravada ou Mahayana estejam erradas, ao contrário, considera estas práticas como fundamentos essenciais sobre os quais a prática Vajrayana pode ser construída.

Sub-escolas
Apesar de haver evidência da presença da tradição Vajrayana no sudeste asiático, bem como em outros lugares, atualmente estes ensinamentos

Vajrayana tibetano
As escolas do budismo tibetano, baseadas nas trasmissões das escrituras indianas para o platô tibetano, são achadas tradicionalmente no Tibete, Butão, norte da Índia, Nepal, Mongólia, partes da China e algumas repúblicas da antiga União Soviética, tais como Amur Oblast, Buryatia, Chita Oblast, Tuva, Kalmykia e Khabarovsk Krai.

 

Mikkyo japonês
A tradição Mikkyo só é encontrada em sua inteireza atualmente no Japão. Com a dominação japonesa sobre o leste asiático durante a primeira mentade do século XX. Durante a dinastia Tang a tradição Mikkyo foi quase que completamente exterminada da China continental, sobrando apenas resquícios em alguns rituais, que acabaram sendo incorporados pelas tradições Chan e Terra Pura. Mais recentemente, alguns monastérios na China, Taiwan e Singapura acabaram recebendo influência do Mikkyo japonês, devido à dominação imperialista japonesa do leste asiático.

Apesar de similares em conceito com as práticas do Vajrayana tibetano, os rituais Mikkyo descendem de aspectos mais antigos da tradição tântrica do budismo indiano, diferindo significativamente em termos de linhagem, estética etc. Os textos primários da tradição Mikkyo são o Mahavairochana Sutra e o Vajrasekhara sutra, cuja importância na tradição tibetana é inexpressiva.

O budismo Mikkyo foi introduzido no Japão por Kukai, um monge japonês que estudou na China no século IX, durante a dinastia Tang, trazendo consigo as tradições completas do Mikkyo. Ao retornar para o Japão estabelece a escola Shingon. A escola Shingon é um dos pouquíssimos ramos do budismo que ainda preserva o uso da escrita sânscrita siddham.

Apesar da escola Tendai do budismo japonês também possuir uma transmissão dos ensinamentos Mikkyo, estes são um tanto periféricos, uma vez que esta escola prima pela pluralidade na sua abordagem da práxis budista, não sendo assim uma escola exclusivamente esotérica. Na realidade, o centro da doutrina desta escola está nos ensinamentos do Sutra do Lótus

O fundador da escola Tendai, Saicho, foi à China na mesma época que Kukai. Apesar de ter recebido alguns poucos ensinamentos esotéricos, não chegou a receber instruções na tradição completa, procurando mais tarde recebê-las de Kukai. Apesar de terem uma relação inicialmente cordial, eles acabariam por cortar relações devido à atritos.

Mais tarde, o monge Tendai Ennin viajaria para a China para receber instruções completas na tradição Mikkyo, finalmente incorporando-os ao corpo doutrinário de sua escola.

Fontes
Tantric Ethics: An Explanation of the Precepts for Buddhist Vajrayana Practice, de Tson-Kha-Pa, ISBN 0-86171-290-0
Perfect Conduct: Ascertaining the Three Vows de Ngari Panchen, Dudjom Rinpoche, ISBN 0-86171-083-5
Buddhist Ethics (Treasury of Knowledge) sw Jamgon Kongtrul Lodro Taye, ISBN 1-55939-191-X
Āryadeva’s Lamp that Integrates the Practices (Caryāmelāpakapradīpa): The Gradual Path of Vajrayāna Buddhism according to the Esoteric Community Noble Tradition, ed. e trad. por Christian K. Wedemeyer (New York: AIBS/Columbia Univ. Press, 2007). ISBN 978-0-9753734-5

 

116.9 – CÍRCULO ESOTÉRICO COMUNHÃO DO PENSAMENTO
“HARMONIA, AMOR, VERDADE E JUSTIÇA”

O Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento (CECP) é uma entidade brasileira dedicada ao estudo das doutrinas espiritualistas, definida como uma “sociedade brasileira de estudos espirituais”. Visa principalmente o desenvolvimento das forças mentais latentes em todo ser humano, para que o homem descubra por si mesmo que não é apenas um animal que veste roupas e caminha na face da terra, e sim o com criador do universo.

É a mais antiga escola de esoterismo ainda em atividade no Brasil. Fundado pelo português António Olívio Rodrigues em 1909, é uma entidade dedicada principalmente ao estudo e prática de doutrinas como a cabala e o supermentalismo.

Possui Centros de Irradiação Mental em todo o Brasil, denominados Tattwas.
CÍRCULO ESOTÉRICO DA COMUNHÃO DO PENSAMENTO :  

 

O Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento (CECP) é a primeira ordem esotérica estabelecida no Brasil, cujo propósito é estudar as forças ocultas da natureza e do homem e promover o despertar das energias criadoras latentes no pensamento humano. Desde sua fundação, a Entidade adotou como lema os princípios de Harmonia, Amor, Verdade e Justiça. Esses potentes ideais constituem as quatro colunas mestras que sustentam a filosofia de nossa Ordem e objetivam constituir a tônica de suas atividades.

Seguindo as normas traçadas desde a sua fundação, o Círculo Esotérico compõe-se de filiados sem qualquer discriminação de raça, credo, cor ou nacionalidade, os quais acham-se espalhados pelos mais diversos rincões de nosso país e do estrangeiro, e em grande parte agrupados em Centros de Irradiação Mental, ou Tattwas, sediados nas principais cidades do pai, todos se propugnando os mesmos ideais. Os seus associados se reúnem em obediência ao Ritual do Círculo, em sessões exotéricas todas as segundas-feiras e em sessões e em sessões esotéricas todo dia 27 de cada mês.

Da mensagem inicial que o patrono-fundador da Ordem dirigiu a todos os sócios e esoteristas cumpre destacar as seguintes palavras salutares:

“ Sendo o homem alguma coisa mais do que um simples animal que traja roupas, ele não é um joguete da causalidade, mas uma potência; é o criador e o destruidor da casualidade. Por meio de sua energia interior, o homem vencerá a indolência e entrará no Reino da Sabedoria. Então ele sentirá amor por tudo quanto vive e se constituirá num poder inexaurível para o bem de seu próximo. Oferecemos a energia que liberta a mente da ignorância, do preconceito e do erro.Queremos incutir valor para que se busque a verdade de todos os modos; amor pelo socorro mútuo; paz que sempre chega à mente iluminada e ao coração aberto, e a consciência de uma vida imortal”

 

O Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento:

Antonio Olívio Rodrigues, o idealizador e fundador do Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento, nasceu em Portugal a 7 de outubro de 1879, de origem humilde veio para o Brasil em 1890, quando tinha apenas 11 anos de idade. Trabalhando em várias profissões humildes com baixos salários, dedicava as poucas horas livres para melhorar seu grau de instrução escolar e também dedicava-se ao estudo do espiritualismo, magnetismo, astronomia, filosofia, etc.

 

Em 1902, com 23 anos, já havia constituído família. Uma certa noite, descansava após um dia de trabalho quando de súbito aflorou na mente uma luminosa inspirada em seus estudos espirituais. A princípio era apenas uma tímida idéia, mas ela foi crescendo e tornando-se  cada vez mais nítida e consciente.

 

Nesta época as pesquisas psíquicas haviam acendido na França e em meados do século XIX irradiava seus clarões por toda Europa e América. As notáveis conferências pronunciadas pelo grande Vivekananda e por outros luminares no congresso das Religiões realizado em Chicago em 1893, a par das obras ocultistas de H.P.Blavatsky  divulgadas desde 1877, foram logo traduzidas para o espanhol, o que as tornou mais acessíveis a A.O.R(Antonio Olívio Rodrigues) e outros estudiosos e pesquisadores.

 

PATRONOS:

Antonio Olívio Rodrigues, Prentice Mulford,  Swami Vivekananda e Eliphas Levi.

 

Antonio Olívio Rodrigues, teve a rápida visão da conveniência em promover o intercâmbio de idéias com outras pessoas cultas, identificadas com a poderosa corrente intelectual norte-americana. Assim, em 1907, uniu-se a um pequeno grupo de pessoas fundando a primeira sociedade esotérica do Brasil, denominada “Loja Martinista Amor e Verdade”, seguida da publicação da primeira revista do gênero em nosso país, “O pensamento”, com finalidade de divulgar o magnetismo, a astrologia, a clarividência, a psicometria, a terapêutica e o psiquismo em geral.

 

No 3° número dessa mesma revista, em fevereiro de 1908, Antonio Olívio Rodrigues, lançou a idéia, bem ousada para época, da instituição da “Comunhão do Pensamento”, e concomitantemente passou a propagá-la de modo ativo, convicto de vê-la triunfante.

Em sua incansável busca, teve oportunidade de conhecer as idéias de Helena Petrovna Blavatsky, Swami Vivekananda, Eliphas Levi, Prentice Mulford e muitos outros buscadores da sabedoria divina, visando a formação de uma entidade por meio da qual pudesse trazer a todos nós os ensinamentos desses mestres e de outros, como Sri Ramakrishna, que diz não há pecador irremissível, uma vez que viemos de Deus e a Ele voltaremos. Em 1907, aos 28 anos de idade e acompanhado de alguns amigos, fundou a sociedade esotérica Loja Amor e Verdade e ao mesmo tempo iniciou a publicação da revista O Pensamento, com o interesse de divulgar suas idéias.

 

Embora a entidade criada não ultrapassasse um ano de existência, a revista vem se mantendo viva até os nossos dias e, em seu terceiro número, em 1908, Antonio Olívio Rodrigues lançou a idéia de se organizar uma instituição que mostrasse o poder da comunhão de pensamentos. Foi assim que, batalhando com muito esforço, conseguiu despertar, em inúmeros leitores da revista, o interesse em tornar seu sonho realidade, fundando, no dia 27 de junho de 1909, o Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento.

 

E de fato, o ideal de uma comunhão do pensamento, isto é, da formação de uma ininterrupta cadeia mental coletiva, visando à geração de ondas irradiadoras de pensamentos de paz e harmonia entre os homens, foi facilmente acolhido com grande entusiasmo pelos leitores da revista. Adesões começaram a afluir num crescendo animador, ao passo que, paralelamente, iniciativas práticas nesse sentido foram sendo tomadas e intensificadas por Antonio Olívio Rodrigues,, até a eclosão do empolgante ideal no dia 27 de junho de 1909, quando se concretizou na instalação solene da Primeira Ordem Esotérica do Brasil, sob denominação de Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento.

 

Propondo-se a estudar as forças ocultas da natureza e do homem e a promover o despertar das energias criadoras latentes no pensamento humano, a agremiação adotou como lema e divisa os sublimes ideais de Harmonia, Amor, Verdade e Justiça. Estes potentes ideais constituem as quatro colunas mestras que sustentam o templo de nossa venerável Ordem e objetivam constituir a tônica de sua vida e de suas atividades.

 

Filosofia:

A filosofia do Círculo Esotérico pode ser compreendida através do Livro de Instruções, onde se encontra essa pequena apresentação:

“Sendo o homem alguma coisa mais do que um simples animal que traja roupas, ele não é um joguete da casualidade, mas uma potência; é o criador e o destruidor da casualidade. Por meio de sua energia interior o homem vencerá a indolência e entrará no reino da sabedoria. Então ele sentirá amor por tudo quanto vive e se constituirá num poder inexaurível para o bem de seu próximo. Oferecemos “energia” que liberta a mente da ignorância, do preconceito e do erro. Queremos incutir valor para que se busque a verdade por todos os modos; amor pelo socorro mútuo; paz que sempre chega à mente iluminada e ao coração aberto, e a consciência de uma vida imortal”.

 

De acordo com seus estatutos, o Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento visa transmitir aos seus filiados a mensagem da alma em busca de evolução, procurando mostrar que o ser humano conta não apenas com um corpo material, mas também que é dotado de origem divina, embora essa parte continue, na grande maioria, em estado latente. Ou seja:

  • Promover o estudo das forças desconhecidas do homem e da natureza, estimulando o amor a esta, zelando pela sua defesa;

Eis algumas de suas finalidades:

  • Promover o despertar das energias criadoras, latentes no pensamento de cada filiado, no sentido de assegurar o bem estar físico, moral e social, mantendo a saúde do corpo e do espírito;
  • Promover o despertar das energias criadoras, latentes no pensamento de cada filiado, no sentido de assegurar o bem estar físico, moral e social, mantendo a saúde do corpo e do espírito;
  • Concorrer, na medida de suas forças para que a Harmonia, o Amor, a Verdade e a Justiça se efetivem cada vez mais entre os homens;
  • Empregar todos os meios ao seu alcance em prol do bem comum, empenhando-se no combate aos vícios que flagelam a humanidade, quais sejam o alcoolismo, os tóxicos inebriantes, as incontinências física e moral;
  • COMUNHÃO DO PENSAMENTO tendo em vista o fato incontestável de que a união faz a força.

 

Tattwas:

Tattwas, são forças sutis da natureza, que se prendem na raiz de todas as manifestações e ao mesmo tempo, sobre os planos físico, mental e psíquico. São as cinco modificações do Swara, reflexo de Parabrah, atributo absoluto de Deus, traduzindo a Sua Sublimidade, Grandeza e Onipotência, abrangendo os atributos da Onipresença e Onisciência.

 

Os Tattwas (Centros de Irradiação Mental), criados em todos os Estados do Brasil, são elos que constituem a grandiosa Cadeia mágica, poderosas baterias vivas, para os irmãos do Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento que, no dizer dos Mestres Iniciados, projetam no astral de um extremo ao outro do mundo a vontade coletiva, magnética, dinamizada, cuja força assim projetada, traz um grande benefício aos irmãos da Ordem, protegendo-os contra as adversidades da vida e dando-lhes coragem para enfrentar os reveses do destino, assim como, auxiliando-os na ascensão espiritual a que todos estamos fatalmente sujeitos.

 

Fontes:

http://www.circuloesoterico.com.br/

http://www.masonic.com.br/circulo/

 

 

 

116.10 – GRANDE FRATERNIDADE BRANCA
A Grande Fraternidade Branca (GFB) é uma fraternidade que, tradicionalmente, atribui-se surgida no Antigo Egito, durante o reinado do faraó Tutmés III. A GFB reuniria em quadro os mais sábios de todo o Egito, também conhecidos como hierofantes ou sacerdotes, que tinham por objetivo estudar os mistérios místicos e esotéricos da vida. A esta fraternidade reservada apenas para iniciados dá-se o nome de escolas de mistérios. A definição sobre as origens históricas da GFB não são precisas, mas convenciona-se dizer (Segundo Geoffrey Hodson, no livro A vida de Cristo, do nascimento à ascensão), que houve um período entre 700 a.C. e 300 d.C. no qual surgiram muitos pensadores, como Confúcio e Lao-Tse na China; o Buda na Índia; Zoroastro na Pérsia, Pitágoras, Sócrates, Platão e Aristóteles na Grécia e Plotino e Amônio Saccas em Alexandria; além dos judeus que estudaram o judaísmo esotérico, ou Cabala. Estes pensadores foram iniciados em conhecimentos universais ou na Sabedoria perene, isto é, a Gnose, a qual se manifesta sob quatro pilares: arte, ciência, filosofia, misticismo.

 

História:

Num contexto de preservação da própria cultura e identidade, as sociedades secretas ou fraternidades visavam também a preservar as ciências sagradas ameaçadas pela invasão dos fenícios (que dominou o Egito durante quase um milênio)e por isso fecharam-se a estranhos ou invasores, tornando-se secretas, ou confrarias (A Grande Fraternidade Branca, os dirigentes invísiveis, de Kenneth Burton). Este período foi marcado pelo paralelismo entre a iniciação esotérica dos eleitos (iniciados ou hierofantes) aos mistérios e o culto de Osíris e Ísis pelo povo em geral. Surgiu nesta época a figura de Moisés (1.300 a.C.), libertador dos hebreus, autor das sagradas escrituras do judaísmo, que foi igualmente iniciado nos mistérios de Ísis e Osíris.

Datam deste período também as iniciações de Orfeu nos mistérios de Dionisio; de Pitágoras de Samos, fundador da importantíssima confraria dos pitagóricos; em 564 a.C. de Sidarta Gautama, o Buda, que foi um Iluminado e não um iniciado; Jesus junto à escola dos essênios, que foi uma outra ramificação da GFB (A Grande Fraternidade Branca, os dirigentes invísiveis).

 

Dentre estas, várias outras sociedades hoje se proclamam descendentes dessa antiqüíssima fraternidade, dentre elas a Maçonaria, Ordem Rosacruz (AMORC), Movimento Eu Sou, Ponte para a Liberdade, Movimento da Consciência Suprema Una, a Summit Lighthouse e a própria Sociedade Teosófica.

 

Sociedade Teosófica (S.T.), como surgiu o termo GFB:

Foi com Helena Blavatsky, na fundação da Sociedade Teosófica em 1875, que a idéia de uma irmandade oculta se tornou de fato popular. No entanto ela nunca se referiu a esta fraternidade com este nome, e que esta é uma terminologia do século XX. A denominação de branca é uma referência à luz branca, cósmica ou incolor que circunda o corpo dos mestres, como se fosse a aura. Só após a morte de Blavatsky é que se vinculou com maior ênfase a GFB à Sociedade Teosófica, especialmente a Seção Adyar, sob o comando de Annie Besant e Charles Leadbeater, e as obras de Alice Bailey (um dos livros mais famosos chama-se A Hierarquia).

 

A partir do surgimento da S.T. estes foram os dirigentes:

 

Helena Petrovna Blavatsky, que foi sucedida por Annie Besant.

William Q. Judge, que deixou para criar a própria organização.

Annie Besant, sucedida por Charles W. Leadbeater.

Rudolf Steiner deixou a organização nesta época.

Cyril Scott, David Anrias, Jinarajadasa e Geoffrey Hodson.

 

 

Sete raios de luz:

Segundo Charles Leadbeater, a GFB é representada pelos chamados Sete Raios de Luz, ou os correspondentes, os sete mestres ascencionados. Cada um dos raios equivale a uma das cores dos sete raios do arco-íris; são eles:

Como na figura acima pela ordem :

El Morya – Primeiro Raio, cor azul-cobalto

Lanto – Segundo Raio, cor Dourado

Paulo Veneziano – Terceiro Raio, cor rosa

Serapis Bey – Quarto Raio, cor branca

Hilarion – Quinto Raio, cor verde

Mestre Nada – Sexto Raio, cor púrpura-dourado

Saint Germain – Sétimo Raio, cor violeta

 

O que é a Grande Fraternidade Branca?

A Fraternidade Branca é composta na sua maioria de seres iluminados, seres que viveram, sofreram, amaram, evoluíram na Terra, e que a história os conhece por Santos, Sábios, Iluminados.

 

Todo o esforço destes Seres na pratica e conhecimento da Luz, os elevaram à condição de Mestres da Luz ou simplesmente, como são chamados.: MESTRES ASCENSIONADOS

 

Assim, OS MESTRES ASCENSIONADOS DA GRANDE FRATERNIDADE BRANCA são compostos de Seres evoluídos, Espíritos avançadíssimos, que, reunidos como uma fantástica Hierarquia Cósmica, protegem e orientam a humanidade há milênios. Aqui trataremos da Fraternidade Planétaria (da Terra), mas existe um Fraternidade Solar ( do nosso Sistema Solar).

 

Também existem, como participantes da Fraternidade Branca, os Anjos e os Elementais que,por enquanto, não está aqui descrita.

 

Vamos conhecer esta Hierarquia e detalhes da vida de cada um destes seres maiores que dirigem a força e a luz de Deus através dos Sete Raios de Virtudes.

 

 
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